Futebol de Goyaz e suas histórias


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  • Futebol de Goyaz e suas histórias - 40ª edição - Pedro Goulart e o Goiás


    Mineiro de Araxá, Pedro Goulart é um dos raros casos de homens que foram presidentes de dois clubes de futebol. Com orgulho e fala polida, Pedrinho admite ter o coração dividido em duas cores. De um lado a cor azul do CRAC de Catalão, clube de futebol que ajudou a construir e conquistar o título de 1967. Do outro, a cor de esmeralda que pinta a camisa do Goiás Esporte Clube, sua grande paixão. Na Serrinha, Pedro Goulart ajudou de muitas maneiras, desde um diretor de futebol até ao ocupar a cadeira da presidência executiva entre 2008 e 2009. Aos setenta e quatro anos, Pedrinho Goulart pode se orgulhar de ter contribuído com a construção da história de dois grandes clubes do futebol goiano.

  • Futebol de Goyaz e suas histórias - 39ª edição - Luiz Miguel


    Nascido no Recife e criado na Guanabara, Luiz Miguel parou em Goiânia por acaso e entrou no futebol por vocação de família. Em sua juventude, Luiz Miguel tentou jogar bola, mas se deu bem mesmo no atletismo. O gosto pelo futebol vinha de seu pai, ex-goleiro do Fluminense, e a paixão pelo tricolor das Laranjeiras. Em Goiás, foi apresentado ao antigo Vila Coimbra, mas se consagrou mesmo como dirigente do Goiânia. À frente do galo carijó, Luiz Miguel faturou o título de campeão goiano de 1974, o último conquistado pelo Goiânia Esporte Clube. Seu sucesso no alvinegro o levou à Federação Goiana de Futebol. A FGF foi apenas o primeiro passo da caminhada de destaque que Luiz Miguel teve na executiva do futebol. Foi vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol e diretor da FIFA, entidade máxima desse esporte.

  • Futebol de Goyaz e suas histórias - 38ª edição - Joviro Rocha "Turco"


    Joviro Rocha, ou Turco que foi como ficou conhecido como jogador, chegou em Goiânia em 1941. Seu primeiro time foi o Goiânia, onde atuou do infantil ao principal. Em 1951, já no Goiás, participou da fatídica decisão do campeonato goiano que a equipe esmeraldina conquistou. Mas que perderia para o Goiânia nove anos depois, após interferência dos Tribunais. Entre 1951 e 1953, Turco, também serviu a Seleção Goiana. Após se aposentar tornou-se conselheiro do Goiás. Participando ativamente da diretoria, chegou a presidência do clube alvi-verde nos anos de 1981 e 1982.

  • Futebol de Goyaz e suas histórias - 37ª edição - Ney Fernandes


    Gaúcho de São Leopoldo, Ney Fernandes chegou ao futebol goiano na década de 1960 como treinador. Passou por clubes como Sírio Libanês (1962); Vila Nova (1963); Ferroviário (1964); Riachuelo (1965); Goiânia (1968). Conseguiu títulos com Vila Nova e Goiânia. Além de atuar com o boné, Ney ajudou no processo de profissionalização do futebol em Goiás e também trabalhou como comentarista esportivo.

  • Futebol de Goyaz e suas histórias - 36ª edição - Zé Henrique


    Zé Henrique foi um dos grandes ponteiros do futebol goiano na década de 1970 e 1980. Seu nome é uma homenagem a um dos dirigentes do Goiânia, José Henrique da Veiga Jardim, que era amigo de seu pai. O atleta é filho de Cirineu Gonzaga, o Cisquinho, jogador do Goiânia na década de 1950 e bastante goleador. Iniciou a carreira no Vila Nova onde conquistou o tetracampeonato, o maior título da história colorada.



Programa de rádio

Edição 160 - Célio Gaúcho

Todos os domingos às 12h na Rádio 730

Enciclopédia


O Campinas teve dois artilheiros de campeonatos goianos: Waltercides com 19 anos, em 1963, quando o clube se chamava Campineira e Lindenberg, em 1971, que dividiu a artilharia com Carlos Ramos, do Goiânia, ambos com 9 gols.