Vinicius Tondolo/FuteboldeGoyaz

Roberto Oliveira


Oswaldo Roberto Oliveira  •  64 anos  •  São Carlos-SP (BRA)



Linha do tempo


19/09/1953

Nasce Roberto Oliveira em São Carlos-SP (BRA).


Histórico


Roberto Oliveira foi jogador do Vila Nova durante as décadas de 1970/80 onde conquistou vários título, criou raízes em Goiás, formou família e se eternizou com a camisa do Tigre da vila famosa. O volante, era filho de pai professor e mãe dona de casa, foi observado sendo destaque no futebol amador de Bauru-SP onde foi contratado por olheiros do Noroeste, clube que o profissionalizou em 1971.

Uma sequência de graves lesões quase o fez desistir dos gramados, até que o São Bento de Sorocaba-SP o deu apoio e tempo para se recuperar e evitar que o craque vilanovense pudesse jamais ter existido. Quando estava no Barretos, recebeu o convite do Vila Nova Futebol Clube para atuar pela primeira vez fora do estado de São Paulo. Seu desejo era permanecer na região e estava pronto para aceitar a proposta da Portuguesa de Desportos quando João Carneiro desembarcou em Barretos e contratou o jogador.

Sua intenção era de permanecer em Goiânia por apenas uma temporada. No entanto, o estilo técnico e elegante fez com que caísse na graça do torcedor colorado quando conquistou o título estadual e a vaga polêmica no seletivo para a disputa do Campeonato Brasileiro contra o Itumbiara em 1977.

Roberto Oliveira foi integrante participativo na conquista dos quatro títulos estaduais do Vila Nova na maior sequência de conquistas da história alvirrubra. Acabou sendo emprestado em 1981 e o clube acabou perdendo o fôlego na sequência de conquistas. Retornou ao estádio Onésio Brasileiro Alvarenga e novamente se tornou campeão estadual.

Em 1985, se tornou técnico após a demissão do técnico Geraldo Duarte e assumiu de forma interina após reunião com os principais jogadores do elenco colorado. Comandou o clube no Campeonato Brasileiro de 1985. Três anos depois se tornou o técnico campeão goiano a frente do Atlético Goianiense.

Clubes: Vila Nova (1985); Atlético Goianiense (1986); Atlético Goianiense (1987); Anapolina (1987); Atlético-GO (1988); Vila Nova (1989); Náutico (1989); Goiás (1989); Vila Nova (1990); Goiânia (1990); Barretos (1991); Mineiros (1992); Anapolina (1993); Goiatuba (1994); Itumbiara (1995); Anápolis (1996); Lemense (1998); Fortaleza (1999); Vila Nova (2000); Vila Nova (2003); Vila Nova (2005); Araguaína (2006); Aparecidense (2006); Palmas (2007-09); Goiânia (2009); Gurupi (2010-11); Araguaína (2011); Barra (2011); Vila Nova (2012); Penarol (2012); Interporto (2013); São Carlos (2013-14); Interporto (2014); Trindade sub 20 (2015).

Conquistas Coletivas:
Campeão Goiano: 1988 (Atlético)


Observações




Estatísticas


Campeonato:
Edição:
Clube:



Partidas comandadas: 87
Vitórias: 24 Empates: 27 Derrotas: 36


Partidas




Programa de rádio

Edição 160 - Célio Gaúcho

Todos os domingos às 12h na Rádio 730

Enciclopédia


Em 1993, a Revista Placar espalhou urnas pelo país para conhecer os clubes com as maiores torcidas. Em Goiás, o Atlético ganhou de goleada somando 68120 votos, e recebeu o título de “o mais querido dos goianos”. O Dragão somou mais votos que Goiás e Vila Nova juntos. O quarto colocado foi o Independente (um time amador de Goiânia) e o Goiânia veio na sequência.